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sábado, 11 de fevereiro de 2017

O café solitário
na caneca ao lado da cadeira vazia.
O travesseiro praguejando,
lamentando a falta.
Os moveis empoeirados,
a casa bagunçada,
as cores mortas, flores mortas.
Besteira! Traz um café preto
sem açúcar por favor,
 hoje não bebo mais nada etílico,
é estupida essa vingança.
Hoje vou me embebedar com algo
mais poético, mais pretérito,
vou tomar um porre diferente,
pode ficar com as chaves do carro e da casa,
não ligo,
por que essa noite meu caro,
vou entrar em coma "alcoólico" só pensando nela
até parar de doer.

-e.m(2017.02)

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