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segunda-feira, 13 de junho de 2016

o asco

Meu amor,
se por caminhos solenes,
distantes e sombrios,
guiam-se as minhas pernas,
é mais por te amar,
posto ao que de fato necessito.
se caminho por vales tortuosos,
ermos e íngremes,
veja que toda escalada é
pela manutenção do vosso sorriso.
Já soube da saudade,
e dos versos escritos na sombra
do umbuzeiro,
Das suas coxas mulata,
Não esqueço jamais.
Mas, essa é a vida que coube a mim,
Essa ciganes, vida de artista de circense,
Cada parada um pedaço que fica,
um mister de 
Sorrisos e lagrimas na face das criancinhas,
Incontáveis despedidas,
Esperando por fim reencontra-la
Nessa longa estrada
pomposamente
intitulada de jornada.
(E.M)  

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