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quinta-feira, 17 de março de 2016

Não se vá ainda

Calma, Calma não se vá,
Não ainda, não afaste os teus lábios,
teus efeitos, tuas curvas,
nossos quadris.
Rogo-te oh! musa,
permanecei aqui.

Calma, calma não se vá ainda,
a noite já chega,
as estrelas hão de ser nosso telhado,
o gramado molhado nosso terraço,
meu peito o teu travesseiro e
o céu de nossas bocas
 permanecerá habitado.

Calma, calma não se vá ainda,
despi este hábito,
que a lua já chega,
fica mais um pouco,
admira esta noite linda,
concede sua companhia,
seu sexo, seus beijos,
concede nem que seja
migalhas de seu eu.

(E.M)

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