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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

despedida...

me contaram os passarinhos, 
nãos azuis, nem os verdes,
aqueles pretinhos mesmo,
que você não quer mais crer,
não se interessa em ver,
cansou-se da vida bandida,
esquecendo de toda
historia, que lhe aqueceu
nas noites frias por longas horas.
Me informarão que desistiu, logo tu, 
do amor, que depois de todo discurso,
vendeu o que restava de terra,
entrou no carro e saiu pelas estradas,
com pressa,
que vá em paz, e que se voltar 
que volte sem qualquer mas.
A despedida é breve,
meu bilhete leve,
mas a saudade ruivinha,
me falta verbetes para
lhe tentar convencer.
(E.M)


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